
SAPA CABRA DA PESTE
Ilustração digital, 2021
Em diálogo com o território de origem, com o artista local e conterrâneo "Deus e o Diaba no Terra do Sol"
Sobre as construções de identidade vinculada as ficções do território de "origem" - NORDESTE - e as fabulações das masculinidades aguerridas e sofridas. Ressignificadas pelas SAPATÃO CABRA DA PESTE como a poesia da artista e produtora cultural Viviane Jacó:
Eu sou de uma terra que o povo padece
Mas não esmorece, procura vencer,
Da terra querida, que a linda cabocla
Com riso na boca zomba no sofrer
Não nego meu sangue, não nego meu nome,
Olho para fome e pergunto: o que há?
Eu sou brasileiro fio do Nordeste,
Sou Cabra da Peste, sou do Ceará
Patativa do Assaré
(Poesia trazida pela SAPA CABRA DA PESTE Viviane Jacó para o projeto USE MÁSCARA SAPATRANSBONDE.)